Dieta da felicidade

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Confira dicas de alimentos que estimulam o bom humor e o bem-estar

Quem nunca experimentou uma sensação de felicidade ao provar seu prato favorito ou uma receita deliciosa? Dá água na boca só de lembrar, não é? Pois saiba que o bom humor decorrente da alimentação não está restrito ao sabor da comida. Há substâncias com propriedades capazes de provocar a sensação de bem-estar, bom humor e tranquilidade.

A comprovação está em uma pesquisa  das universidades  de Warwick, no Reino Unido, e Queensland, na Austrália, por exemplo. Elas analisaram o comportamento de mais de 12 mil pessoas em sete anos e chegaram à conclusão de que uma dieta rica em frutas, vitaminas e vegetais melhora o humor das pessoas. Ainda de acordo com a pesquisa, uma das hipóteses para que isso ocorra é a quantidade de antioxidantes encontrada nesses alimentos. A substância está ligada diretamente ao otimismo e à alegria.

A banana, rica em triptofano, faz parte da dieta da felicidade

O que comer?

“As substâncias que estão associadas à sensação de bem-estar são serotonina, dopamina e noradrenalina. A produção de serotonina depende da ingestão de alimentos ricos em triptofano e de carboidratos, já a dopamina e noradrenalina são auxiliadas pela tirosina, outro aminoácido”, explica o nutricionista Henrique Carreira.

Para não haver dúvidas, ele lista alguns dos componentes da dieta da felicidade:

  • Cereais integrais: arroz integral, pão integral, aveia, farelo de trigo
  • Leguminosas: feijão, grão de bico e lentilha
  • Peixes: sardinha, salmão, entre outros
  • Oleaginosas: amêndoas, castanhas, nozes e amendoim
  • Carnes magras
  • Verduras e legumes: principalmente os de folhas verde escuro, ricos em ácido fólico
  • Frutas
  • E o querido chocolate! Sim, se a ingestão for de no máximo 25 gramas por dia, ele estimula a produção de endorfina e dopamina no organismo.

Na luta contra o mau humor, não existem vilões. “Não vejo um alimento de que se deva passar longe. As pessoas devem procurar uma alimentação equilibrada, respeitando suas vontades de forma consciente”, afirma o nutricionista.

Entretanto, é bom evitar o consumo elevado de gorduras, pois, além de serem responsáveis por parte do excesso de peso, em alguns casos, retardam a digestão e afetam o nível de transmissão neurológica, alterando o humor de forma ruim.

Alegria em movimento

Além do cuidado com os nutrientes, Henrique reforça a importância de manter-se ativo. “Durante a atividade física liberamos endorfina, que é uma forte aliada no tratamento de depressão”, complementa. Assim, a prática ajuda a melhorar diretamente o condicionamento físico e, ainda, aumenta o bom humor e a sociabilidade, reduzindo também a ansiedade e a tensão.

Outro movimento importante está dentro do próprio corpo. Uma boa flora intestinal (equilíbrio de bactérias no intestino) está associada ao combate de sintomas de nervosismo e estresse, por exemplo. Assim como o cérebro, o intestino também reúne milhares de neurônios, com alta produção de serotonina – a mesma que citamos no começo do texto, uma das responsáveis pelo nosso estado de bem-estar. Por isso, consumir produtos probióticos (que contêm bactérias e leveduras vivas), como iogurtes e leites, também é uma forcinha a mais na busca por mais saúde e, claro, por uma vida mais leve!

Fontes consultadas

Henrique Ribeiro Carreira (CRN-3: 41140)
Nutricionista formado pelo Centro Universitário São Camilo, com pós-graduação em Nutrição Esportiva: bases fisiológicas, bioquímicas e moleculares.

Revista Saúde

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